Oceano Atlântico
Segundo maior oceano do planeta, com 106,46 milhões de km², cortado de norte a sul pela Dorsal Meso-Atlântica e banhando toda a costa brasileira.
O Oceano Atlântico é o segundo maior do planeta, com 106.460.000 km² e cerca de 20% da superfície terrestre. Sua forma em S alongado resulta da abertura progressiva entre Américas, Europa e África a partir da fragmentação do supercontinente Pangeia, iniciada há cerca de 180 milhões de anos e ainda em curso. O eixo dessa separação é a Dorsal Meso-Atlântica, a maior cadeia montanhosa da Terra, que percorre o oceano da Islândia às imediações da Antártida.
Apesar de ter menos da metade da área do Pacífico, o Atlântico concentra a engrenagem que distribui calor entre os hemisférios. É nele que opera a Circulação de Revolvimento Meridional do Atlântico, responsável por transportar água quente para o norte e devolver água fria e densa pelo fundo. Para o Brasil, é o único oceano de contato: os 7.491 km de costa e a área marítima sob jurisdição nacional definem a base da pesca, do petróleo e de praticamente todo o comércio exterior do país.
Ficha técnica
- Nome
- Oceano Atlântico
- Também chamado de
- Atlântico, Mar Oceano
- Tipo de formação
- Oceano
- Localização
- Entre 80° O e 20° L, do Oceano Ártico ao setor antártico, separando as Américas da Europa e da África.
- Oceano de referência
- Atlântico
- Continentes próximos
- Europa, África, América do Norte, América do Sul, América Central, Antártida
- Países e territórios
- Na margem oriental, Noruega, Reino Unido, Irlanda, França, Espanha, Portugal, Marrocos, Mauritânia, Senegal, Costa do Marfim, Gana, Nigéria, Gabão, Angola, Namíbia e África do Sul, entre outros; na ocidental, Canadá, Estados Unidos, México, os Estados do Caribe, Venezuela, Guiana, Suriname, Brasil, Uruguai e Argentina. Incluem-se ainda Islândia, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e os arquipélagos dos Açores, da Madeira e das Malvinas.
- Área aproximada
- 106.460.000 km²Cerca de 20% da superfície do planeta. Excluídos os mares adjacentes, como o Mediterrâneo, o Caribe e o Mar do Norte, a área cai para aproximadamente 76.760.000 km².
- Profundidade média
- 3.646 m
- Profundidade máxima
- 8.376 mFossa de Porto Rico, ao norte da ilha. Cartas antigas registram até 8.648 m no mesmo setor.
- Volume
- Cerca de 310 milhões de km³
- Salinidade
- 33 a 37,3, a mais alta entre os oceanos
- Temperatura da superfície
- De −2 °C nas margens polares a cerca de 29 °C no cinturão equatorial
- Linha de costa
- Aproximadamente 111.870 km
- Correntes principais
- Corrente do Golfo, Deriva do Atlântico Norte, Corrente das Canárias, Corrente Norte-Equatorial, Corrente do Brasil, Corrente das Malvinas e Corrente de Benguela.
- Atualizado em
- 11 de setembro de 2026
Localização e limites
A publicação Limits of Oceans and Seas, da Organização Hidrográfica Internacional, fixa o limite norte do Atlântico em linhas que vão da Groenlândia à Islândia e desta às Ilhas Faroé e à Escócia, separando-o do Oceano Ártico. A sudoeste, o meridiano do Cabo Horn marca a fronteira com o Pacífico; a sudeste, o meridiano do Cabo das Agulhas separa o Atlântico do Índico. O limite meridional é o paralelo 60° S nas cartas que reconhecem o Oceano Antártico.
O oceano divide-se em setores norte e sul pela Zona de Convergência Intertropical e comporta mares adjacentes de peso: Mediterrâneo, do Norte, Báltico, do Caribe, Golfo do México e o singular Mar dos Sargaços, delimitado por correntes e não por terras.
A Dorsal Meso-Atlântica percorre cerca de 16.000 km no eixo central da bacia, com taxas de afastamento entre 2 cm e 5 cm por ano. Seu vale de rifte emerge na Islândia, nos Açores, em Ascensão e em Tristão da Cunha, e é cortado por zonas de fratura transversais que abrem passagens profundas entre as bacias ocidental e oriental.
Continentes e países próximos
Cerca de cinquenta Estados costeiros distribuem-se por quatro continentes, o que faz do Atlântico o oceano com mais fronteiras marítimas negociadas. As margens europeia e norte-americana são as mais bem instrumentadas para monitoramento oceanográfico; a africana ocidental e a sul-americana concentram plataformas petrolíferas e sistemas de ressurgência de grande produtividade.
- Margem europeia — Noruega, Reino Unido, Irlanda, França, Espanha e Portugal, além da Islândia e dos arquipélagos dos Açores e da Madeira.
- Margem africana — De Marrocos à África do Sul, incluindo Mauritânia, Senegal, Gana, Nigéria, Gabão, Angola e Namíbia.
- Margem norte-americana e caribenha — Canadá, Estados Unidos, México, Cuba, Haiti, República Dominicana e os Estados das Pequenas Antilhas.
- Margem sul-americana — Venezuela, Guiana, Suriname, Brasil, Uruguai e Argentina, com o Brasil respondendo pelo litoral mais extenso.
Área e profundidade
O Atlântico é o mais estreito dos grandes oceanos: a distância mínima entre continentes, do Cabo de São Roque, no Rio Grande do Norte, à costa da Libéria, é de cerca de 2.850 km, contra mais de 8.000 km entre a Flórida e o Saara ocidental. A profundidade média, de 3.646 m, é reduzida pela presença da dorsal central e por plataformas continentais largas no noroeste europeu e no leste norte-americano.
| Grandeza | Valor | Observação |
|---|---|---|
| Área | 106.460.000 km² | Com os mares adjacentes |
| Volume | 310 milhões de km³ | Cerca de um quarto do volume oceânico |
| Profundidade média | 3.646 m | Reduzida pela dorsal central |
| Profundidade máxima | 8.376 m | Fossa de Porto Rico |
| Largura mínima | 2.850 km | Entre o Nordeste brasileiro e a África ocidental |
| Linha de costa | 111.870 km | Inclui mares adjacentes e arquipélagos |
Principais correntes
A Corrente do Golfo é a feição mais conhecida da bacia. Transporta cerca de 30 milhões de m³ por segundo ao passar pelo Estreito da Flórida e chega a exceder 100 milhões ao largo da Carolina do Norte, com velocidades superficiais de até 2,5 m/s. Prolonga-se como Deriva do Atlântico Norte e ameniza o inverno do noroeste europeu, mantendo portos da Noruega livres de gelo em latitudes onde, no Pacífico, o mar congela.
No Atlântico Sul, a Corrente Sul-Equatorial atravessa o oceano de leste para oeste e se divide ao encontrar a plataforma brasileira. Essa bifurcação ocorre entre cerca de 10° S e 20° S, migrando com a profundidade e com a estação: o ramo norte forma a Corrente Norte do Brasil, que leva água e calor para o hemisfério norte, e o ramo sul origina a Corrente do Brasil, quente, salgada e relativamente rasa, que desce o litoral até encontrar a fria Corrente das Malvinas por volta de 38° S, na Confluência Brasil-Malvinas, uma das frentes térmicas mais intensas do oceano mundial.
Na margem africana, ventos de sudeste alimentam a ressurgência de Benguela, ao largo da Namíbia e do sul de Angola, um dos quatro grandes sistemas de borda leste do planeta. Água fria e rica em nutrientes sobe à superfície e sustenta estoques de sardinha, anchova e pescada, além de emissões naturais de gás sulfídrico registradas por satélite.
Clima
A Circulação de Revolvimento Meridional do Atlântico funciona como uma esteira: água quente e salgada viaja para o norte na superfície, perde calor nos mares da Groenlândia e do Labrador, afunda por aumento de densidade e retorna para o sul entre 2.000 m e 4.000 m. Medições contínuas realizadas desde 2004 por uma rede de fundeios em 26,5° N indicam transporte médio da ordem de 17 milhões de m³ por segundo e transporte de calor próximo de 1,3 petawatt.
O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas considera muito provável que essa circulação enfraqueça ao longo do século XXI, mas atribui confiança apenas média à hipótese de colapso antes de 2100: as séries instrumentais são curtas demais para separar tendência de variabilidade natural, e reconstruções indiretas sustentam interpretações divergentes.
Na superfície, o Atlântico Norte é o berço dos furacões que atingem o Caribe e a costa leste norte-americana entre junho e novembro, com média de 14,4 tempestades nomeadas e 7,2 furacões por temporada entre 1991 e 2020. No inverno boreal, a Oscilação do Atlântico Norte, definida pelo contraste de pressão entre os Açores e a Islândia, comanda a trajetória das tempestades europeias.
Ecossistemas
A plataforma do noroeste europeu e os Grandes Bancos da Terra Nova, onde a Corrente do Golfo encontra a fria Corrente do Labrador, formaram por séculos alguns dos pesqueiros mais produtivos do mundo. No outro extremo térmico, o Atlântico tropical abriga os recifes do Caribe e os brasileiros, dominados por corais endêmicos do gênero Mussismilia e pelos chapeirões em forma de cogumelo do Banco dos Abrolhos.
O Mar dos Sargaços constitui um ecossistema flutuante único, sustentado pelas algas Sargassum natans e S. fluitans, que completam todo o ciclo de vida na superfície do mar aberto e servem de berçário para tartarugas e peixes juvenis. É também o único local conhecido de desova das enguias europeia e americana.
Em profundidade, a dorsal hospeda campos hidrotermais como Rainbow, Lost City e TAG, e as margens continentais guardam recifes de coral de água fria construídos por Desmophyllum pertusum, da Noruega à Irlanda e no talude brasileiro.
Biodiversidade
A ampla variação latitudinal do Atlântico, do gelo subpolar aos recifes equatoriais, sustenta comunidades muito distintas entre norte e sul. A bacia é atravessada por algumas das maiores migrações marinhas conhecidas, que ligam áreas de alimentação polares a áreas de reprodução tropicais.
- Baleia-jubarte — Megaptera novaeangliae reproduz-se no Banco dos Abrolhos, cuja população do Atlântico Sul ocidental passou de algumas centenas na década de 1980 a mais de 20.000 indivíduos.
- Atum-rabilho — Thunnus thynnus cruza o oceano entre as áreas de desova do Golfo do México e do Mediterrâneo e as áreas de engorda do Atlântico Norte.
- Bacalhau-do-atlântico — Gadus morhua sustentou a pesca dos Grandes Bancos por cinco séculos até a moratória canadense de 1992.
- Peixe-boi-marinho — Trichechus manatus ocupa estuários do Caribe e do Nordeste brasileiro e é um dos mamíferos aquáticos mais ameaçados da região.
Ilhas
As ilhas atlânticas dividem-se entre fragmentos continentais das margens, como a Terra Nova e as Britânicas, e edifícios vulcânicos associados à dorsal ou a pontos quentes, como Islândia, Açores, Canárias, Ascensão e Trindade. Muitas são pequenas, isoladas e de alto endemismo.
- Groenlândia — 2.166.000 km², a maior ilha do mundo, entre o Atlântico Norte e o Ártico.
- Islândia — 103.000 km² sobre a Dorsal Meso-Atlântica, onde o rifte oceânico aflora em terra firme.
- Cuba — 105.806 km², a maior das Antilhas, na entrada do Caribe.
- Ilhas oceânicas brasileiras — Fernando de Noronha, Atol das Rocas, Trindade e Martim Vaz e os Penedos de São Pedro e São Paulo.
Portos e rotas relevantes
O Atlântico Norte concentra o tráfego entre a Europa e a América do Norte. Rotterdam, Antuérpia-Bruges e Hamburgo formam a espinha dorsal portuária europeia, enquanto Nova York e Nova Jersey, Savannah e Norfolk ancoram a fachada norte-americana.
No Atlântico Sul, o setor brasileiro responde pela maior movimentação. Santos é o maior porto da América Latina em contêineres, e terminais como Ponta da Madeira e Tubarão escoam minério de ferro e grãos. Mais de 95% do volume do comércio exterior brasileiro embarca por via marítima, o que faz do oceano a principal infraestrutura logística do país.
| Porto | País | Função predominante |
|---|---|---|
| Rotterdam | Países Baixos | Maior porto europeu em tonelagem |
| Antuérpia-Bruges | Bélgica | Contêineres e granéis químicos |
| Hamburgo | Alemanha | Porta de entrada da Europa central |
| Nova York e Nova Jersey | Estados Unidos | Maior terminal da costa leste |
| Santos | Brasil | Maior porto de contêineres da América Latina |
| Ponta da Madeira | Brasil | Exportação de minério de ferro |
Importância econômica
A pesca atlântica, embora menor em volume que a pacífica, tem alto valor unitário: bacalhau, arenque, cavala, sardinha, atum e camarão dominam os desembarques. O Atlântico Nordeste tem das maiores proporções de estoques sob planos formais de gestão, enquanto o Atlântico Centro-Leste, na costa africana, convive com frotas distantes e baixa capacidade de fiscalização.
A produção de petróleo e gás no mar é o setor de maior valor. As bacias do Golfo do México, do Mar do Norte, do Golfo da Guiné e da margem brasileira concentram a maior parte da extração mundial em águas marinhas, e no Brasil os reservatórios do pré-sal, nas bacias de Santos e de Campos, passaram a responder pela maior parte da produção nacional. Somam-se cabos submarinos transatlânticos, parques eólicos marinhos no Mar do Norte e um turismo costeiro de grande porte no Caribe.
Importância ambiental
A área marítima sob jurisdição brasileira ultrapassa 3,6 milhões de km² e pode aproximar-se de 5,7 milhões de km² caso sejam aceitas as propostas de extensão apresentadas à Comissão de Limites da Plataforma Continental. É nela que se concentram o pré-sal, os principais bancos pesqueiros e as unidades de conservação marinhas do país, entre elas o Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha.
Em escala global, o Atlântico é a bacia que mais eficientemente sequestra carbono para o oceano profundo, porque a formação de água densa no norte arrasta para o fundo carbono absorvido na superfície. Essa mesma característica a torna sensível: o aporte de água doce vinda do degelo da Groenlândia reduz a densidade superficial e pode retardar o afundamento.
Desde 2011, imagens de satélite registram o Grande Cinturão de Sargaço do Atlântico, faixa de algas flutuantes que em alguns anos se estende por cerca de 8.850 km entre a África ocidental e o Golfo do México. O acúmulo em praias do Caribe e do Nordeste brasileiro tornou-se um problema recorrente de saúde pública e de turismo.
Problemas de conservação
O colapso do bacalhau dos Grandes Bancos, que levou o Canadá a decretar moratória em 1992 e a suprimir dezenas de milhares de empregos, permanece como o exemplo mais citado de falha de gestão pesqueira. Trinta anos depois o estoque continua muito abaixo dos níveis históricos, o que sustenta a tese de que ecossistemas explorados além de certo limite não retornam ao estado anterior mesmo com a pesca interrompida.
No Atlântico tropical, a pressão combina sobrepesca costeira, poluição urbana e aquecimento. O branqueamento de corais já atingiu repetidamente o Caribe e chegou aos recifes brasileiros em 2019, 2020 e 2024, com mortalidades significativas nos bancos de Abrolhos e na costa do Nordeste.
- Vazamentos de petróleo — O acidente da Deepwater Horizon, em 2010, lançou cerca de 780 milhões de litros de óleo no Golfo do México; em 2019, manchas de origem não esclarecida atingiram mais de 3.000 km do litoral nordestino.
- Eutrofização — A zona de baixo oxigênio da foz do Mississippi chega a superar 20.000 km² no verão, alimentada por nutrientes agrícolas.
- Pesca ilegal na costa africana — O Atlântico Centro-Leste é uma das regiões com maior incidência estimada de captura não declarada.
- Ruído e colisões — A baleia-franca-do-atlântico-norte, com população remanescente inferior a 400 indivíduos, é ameaçada sobretudo por colisões com navios e emalhe em artes de pesca.
Curiosidades
- Os Penedos de São Pedro e São Paulo, a 1.100 km de Natal, são um dos raros pontos do mundo onde rochas do manto terrestre afloram acima do nível do mar, sem origem vulcânica.
- A Zona de Fratura Romanche, próxima ao Equador, é uma fenda transversal com mais de 7.700 m de profundidade que funciona como principal passagem de água fria de fundo entre as bacias oeste e leste.
- A Islândia está exatamente sobre a Dorsal Meso-Atlântica: no Parque Nacional de Thingvellir, o rifte que separa as placas americana e euroasiática é visível a céu aberto.
- As enguias europeia e americana percorrem milhares de quilômetros para desovar no Mar dos Sargaços, e nenhum ovo dessas espécies jamais foi coletado em ambiente natural.
- A Confluência Brasil-Malvinas, ao largo do Rio Grande do Sul, produz contrastes de até 10 °C em poucos quilômetros e é uma das frentes térmicas mais nítidas vistas por satélite.
Fontes
As informações deste verbete foram conferidas nas publicações abaixo. Sempre que os valores divergem entre elas, a divergência está registrada no próprio texto.
- NOAA — National Ocean Service. Ocean facts: Gulf Stream, AMOC e temporada de furacões, 2025. Consultar publicação
- Organização Hidrográfica Internacional. Limits of Oceans and Seas, Special Publication 23, 1953. Consultar publicação
- GEBCO. General Bathymetric Chart of the Oceans — grade batimétrica global, 2024. Consultar publicação
- Marinha do Brasil — Centro de Hidrografia. Cartas náuticas e o Programa de Levantamento da Plataforma Continental, 2025. Consultar publicação
- ICMBio. Unidades de conservação marinhas e planos de ação nacionais, 2025. Consultar publicação
- FAO. The State of World Fisheries and Aquaculture, 2024. Consultar publicação
- NASA Earth Observatory. Great Atlantic Sargassum Belt e monitoramento por satélite, 2024. Consultar publicação
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Outros verbetes do acervo que ajudam a situar Oceano Atlântico no conjunto das formações marinhas.
-
Mar
Mar Mediterrâneo
Mar semifechado entre três continentes, ligado ao Atlântico por Gibraltar e responsável por parte decisiva do comércio marítimo mundial.
Área 2.500.000 km² Máx. 5.109 m
-
Mar
Mar do Caribe
Mar tropical entre as Antilhas e o istmo americano, berço da Corrente do Golfo e palco da temporada anual de furacões.
Área 2.754.000 km² Máx. 7.686 m
-
Mar
Mar dos Sargaços
Mar sem costas no centro do giro do Atlântico Norte, coberto por algas flutuantes e sem estatuto jurídico próprio.
Área Cerca de 4.000.000 km² Máx. Cerca de 6.000 m
-
Bacia oceânica
Bacia do Brasil
Depressão abissal entre a margem brasileira e a Dorsal Meso-Atlântica, limitada pela Elevação do Rio Grande e pela Cadeia Vitória–Trindade.
Área Entre 3.500.000 km² e 5.000.000 km² Máx. Cerca de 6.000 m
-
Golfo
Golfo do México
Bacia semifechada entre Estados Unidos, México e Cuba, moldada pela Corrente do Laço, por furacões e pela extração de petróleo.
Área 1.550.000 km² Máx. 4.384 m
-
Área marinha protegida
Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha
Arquipélago vulcânico protegido desde 1988, com a maior concentração conhecida de golfinhos-rotadores e visitação sob limite rígido.
Área 112,7 km² Máx. Cerca de 100 m no limite externo da unidade